domingo, 4 de junho de 2017

A(!) Mulher-Maravilha

Que gosto de mitologia não é novidade, de cinema, então. Os dois juntinhos, colados, suados e em 3D, porra.  Fico até na fila, principalmente quando é pra conferir um dos lançamentos mais esperados do ano das telonas. E você vai titubear; perguntar e era, Jota? Meu caríssimo leitor, responderei. Era, não. É. Duas horas e trinta minutos do melhor conteúdo que os melhores estúdios da DC puderam produzir. A volta por cima, o troco, a "revenge", o nocaute que virou o jogo, esfregou a cara no chão e cuspiu/ colocou no lugar a soberana Marvel. A belíssima Gal Gadot não só superou as expectativas, não apenas representou o personagem, não tão somente honrou a saia, o legado das amazonas e de Lynda Carter, mas se tornou a própria heroína da DC, a lendária Diana Prince com grito, escudo, armadura e laço. É Patty Jenkins na sua melhor forma, na melhor fase, no seu "magnum opus".


2 comentários:

  1. Não vi o filme e nem vou ver, mas a Linda Carter é insuperável... quantas e quantas punhetas... eu imaginando ela me prendendo com aquele laço dourado...
    Essa não tem nem peitões!!!!

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    1. Pois eu paguei pra ver e pagava até pra comer rsrs. Que mulher! Que maravilha! Realmente na sua idade não é bom mesmo se expor aos perigos de tanta gostosura em 3D.

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